Ultimamente a atividade docente exige muito
mais dos educadores, pois perante a um movimento repleto de novas tecnologias, fazem-se
necessárias inserções de novos métodos e abordagens de ensino.
O
mundo globalizado exige novas concepções e quebras de paradigmas pelos
educadores, pois compreende uma ação generalizada que interessa a todas as
áreas e abrange todos os campos da atividade humana. A implantação de novas
metodologias de ensino, sintonizadas com as necessidades da comunidade escolar
contribuem com a formação intelectual do aluno, permitindo uma difusão de novos
conhecimentos.
Conforme analisa Thurler (2002), os
professores precisam criar situações de aprendizagem que atendam a diversidade
do contexto educacional na atualidade, eles carecem de uma postura que os
tornem agentes da reinvenção de sua escola e de sua própria profissão, uma vez
que em decorrência das mudanças atuais, novos desafios são acrescentados ao
ofício deste profissional.
A escola hoje precisa romper fronteiras,
associar as mais diversas áreas de conhecimento ao contexto rotineiro que
permanece enraizado em suas estruturas, precisa colaborar para que o aluno
questione, critique, ou seja, profira outros verbos além dos que já está
acostumado a pronunciar, sistematizando um ambiente de troca recíproca de
construção de conhecimento.
E já atendendo ao quesito de caráter global,
vem a premissa do ensino de língua inglesa na atualidade.
De
acordo com MARQUES (2011), a língua inglesa é conhecida como uma língua global,
capaz de oferecer muitos benefícios aos que a estudam.
Daí
a importância do domínio de diferentes métodos e abordagens de ensino que
promulgue a aprendizagem como um todo, mas também que busque alcançar a
aprendizagem dos educandos.
Se o contexto
educacional mudou, nossos alunos mudaram, porque os professores também não
devem mudar?!
Para atender a
demanda desse novo contexto, faz-se totalmente necessária a utilização das
novas tecnologias em benefício da aprendizagem, e no caso da língua inglesa, corrobora
de uma forma sem precedentes, pois existem diversas maneiras de utilizar
diferentes tecnologias em conjunto com a língua inglesa, principalmente por
meio de seu manuseio.
Segundo Leite (2008),
em face ao avanço tecnológico crescente e suas
transformações constantes, a inserção de novas mídias torna-se necessária no
contexto escolar, sendo que a própria contemporaneidade requer uma escola e
professores capazes de fazerem parte deste processo de evolução.
Ensinar a língua inglesa usufruindo da
tecnologia ficou excitante, são disseminadas novas técnicas, formas de
avaliação, enfim, meios que facilitam a docência hoje.
Em meio a infinidade de formas de
desenvolvimento de ensino-aprendizagem na atualidade, a língua inglesa ganha
destaque por ser uma língua global, estampada em todos os manuais de instruções,
teclas, enfim, tudo o que está inserido no nosso cotidiano.
E devido a essa exposição, tão complexa
quanto a dicotomia entre língua e linguagem vem o sentido dicotômico de
aprendizagem e aquisição de uma outra língua. Ambos fazem parte do mesmo
contexto, se complementando e se contradizendo entre si. A aprendizagem
consiste num processo sistematizado, já a aquisição acontece devido a
exposição à língua, sua internalização, algo inconsciente, sem planejamento
prévio. Ou seja, a vivência do falante, seu ambiente real tem o poder de
desenvolver habilidades concernentes à aprendizagem, porém essa mesma
aprendizagem invocada de modo sistematizado desenvolverá habilidades e as
transformará em competências.
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FREIRE, Wendel (Org.). Tecnologia e Educação: as mídias na prática docente. Rio de
Janeiro: Wak Editora, 2008.
MARQUES, Florinda Scremin. Ensinar e Aprender Inglês: o processo
comunicativo em sala de aula. Curitiba: Ibpex, 2011. – (Série Língua Inglesa em
Foco)
PERRENOUD, Philippe et al. As competências para ensinar no século XXI:
a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed
Editora, 2002.