sábado, 16 de março de 2013

DoCênCiA


Ultimamente a atividade docente exige muito mais dos educadores, pois perante a um movimento repleto de novas tecnologias, fazem-se necessárias inserções de novos métodos e abordagens de ensino.
O mundo globalizado exige novas concepções e quebras de paradigmas pelos educadores, pois compreende uma ação generalizada que interessa a todas as áreas e abrange todos os campos da atividade humana. A implantação de novas metodologias de ensino, sintonizadas com as necessidades da comunidade escolar contribuem com a formação intelectual do aluno, permitindo uma difusão de novos conhecimentos.
Conforme analisa Thurler (2002), os professores precisam criar situações de aprendizagem que atendam a diversidade do contexto educacional na atualidade, eles carecem de uma postura que os tornem agentes da reinvenção de sua escola e de sua própria profissão, uma vez que em decorrência das mudanças atuais, novos desafios são acrescentados ao ofício deste profissional.
A escola hoje precisa romper fronteiras, associar as mais diversas áreas de conhecimento ao contexto rotineiro que permanece enraizado em suas estruturas, precisa colaborar para que o aluno questione, critique, ou seja, profira outros verbos além dos que já está acostumado a pronunciar, sistematizando um ambiente de troca recíproca de construção de conhecimento.
E já atendendo ao quesito de caráter global, vem a premissa do ensino de língua inglesa na atualidade.
De acordo com MARQUES (2011), a língua inglesa é conhecida como uma língua global, capaz de oferecer muitos benefícios aos que a estudam.
Daí a importância do domínio de diferentes métodos e abordagens de ensino que promulgue a aprendizagem como um todo, mas também que busque alcançar a aprendizagem dos educandos.
Se o contexto educacional mudou, nossos alunos mudaram, porque os professores também não devem mudar?!
Para atender a demanda desse novo contexto, faz-se totalmente necessária a utilização das novas tecnologias em benefício da aprendizagem, e no caso da língua inglesa, corrobora de uma forma sem precedentes, pois existem diversas maneiras de utilizar diferentes tecnologias em conjunto com a língua inglesa, principalmente por meio de seu manuseio.
Segundo Leite (2008), em face ao avanço tecnológico crescente e suas transformações constantes, a inserção de novas mídias torna-se necessária no contexto escolar, sendo que a própria contemporaneidade requer uma escola e professores capazes de fazerem parte deste processo de evolução.
Ensinar a língua inglesa usufruindo da tecnologia ficou excitante, são disseminadas novas técnicas, formas de avaliação, enfim, meios que facilitam a docência hoje.
Em meio a infinidade de formas de desenvolvimento de ensino-aprendizagem na atualidade, a língua inglesa ganha destaque por ser uma língua global, estampada em todos os manuais de instruções, teclas, enfim, tudo o que está inserido no nosso cotidiano.
         E devido a essa exposição, tão complexa quanto a dicotomia entre língua e linguagem vem o sentido dicotômico de aprendizagem e aquisição de uma outra língua. Ambos fazem parte do mesmo contexto, se complementando e se contradizendo entre si. A aprendizagem consiste num processo sistematizado, já a aquisição acontece devido a exposição à língua, sua internalização, algo inconsciente, sem planejamento prévio. Ou seja, a vivência do falante, seu ambiente real tem o poder de desenvolver habilidades concernentes à aprendizagem, porém essa mesma aprendizagem invocada de modo sistematizado desenvolverá habilidades e as transformará em competências.



FREIRE, Wendel (Org.). Tecnologia e Educação: as mídias na prática docente. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2008.

MARQUES, Florinda Scremin. Ensinar e Aprender Inglês: o processo comunicativo em sala de aula. Curitiba: Ibpex, 2011. – (Série Língua Inglesa em Foco)

PERRENOUD, Philippe et al. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.



Nenhum comentário:

Postar um comentário